E se é pra gritar pra todo mundo ouvir
Em um morro sublime vou elevar-me
Compor a mais nobre das canções
Só pra extrair o mais belo afeto
Mesmo afadigado pela procura da prova mais pura
Corro sem me destrair
Para quem sabe não te perder no horizonte
E se for preciso, todos os mares eu hei de navegar
Todas as montanhas irei escalar
Só pra poder te encontrar
Como o romance sempre tem um bom desfecho
Entregue-me a incerteza da despedida
Para não existir a dor da partida
terça-feira, 8 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Teoria das Máscaras
Assistir a um show onde você é a peça seria engraçado se não fosse triste. Se dividir em duas funções que fazem parte do espetáculo: rir e se preocupar para que tudo dê certo. E existe uma conclusão óbvia: O tempo massacra tal atitude, deixando isto cada vez mais insuportável, cansativo, e as máscaras caem. Pode ser que por alguns instantes seja tudo muito proveitoso, mas nada dura. Por isso, não caia nessa.
Risos hostis
O palhaço aplaudi a si
A platéia é sua imaginação
Dançando de um lado e rindo do outro
Vai sustentando sua ilusão
Mal sabe ele que as luzes se apagam
As cortinas se fecham
Suas faces se separam
A pintura então se desfaz
Realidade não é mais ficção
E em prantos se perde a razão
Pobre ele de ter pensado que tudo dura
Um dia as máscaras caem
Num sinal de protesto o tempo maltrata
Covardes que se escondem em amargura
Risos hostis
O palhaço aplaudi a si
A platéia é sua imaginação
Dançando de um lado e rindo do outro
Vai sustentando sua ilusão
Mal sabe ele que as luzes se apagam
As cortinas se fecham
Suas faces se separam
A pintura então se desfaz
Realidade não é mais ficção
E em prantos se perde a razão
Pobre ele de ter pensado que tudo dura
Um dia as máscaras caem
Num sinal de protesto o tempo maltrata
Covardes que se escondem em amargura
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
First Post!
Bom, enquanto não vem idéias boas e completas, vou deixar aqui uma letra que fiz a muito tempo...
Tempo Tangível
Fiz-me o tal, não leve a mal
O voo prosseguiu sem nem mesmo perceber
Que o declive é maior que a queda
A lua mais longe que o chão
Digo na incerteza das palavras mentirosas
Também na beleza das palavras misteriosas, com nenhum fundo de verdade
Só o tempo vai, só o tempo vem
Só ele brinca de dar respostas, a quem? A quem? A quem eu não sei
Nenhuma certeza podemos ter, só nos resta deixar levar
Por certezas incertas, encontrar esperança que não existe
Amor? Dor
Tudo passa, tudo deixa de ser
Mas a lembrança é contínua
Lembro-me como se fosse ontem dos pecados
Marcados pelo peso do que não podia ser
E tudo tem apenas um culpado... Eu.
Mas não deixe de tentar!
Viver na ilusão
Viver no que dizem que é, mas na verdade nunca será
Digo na incerteza das palavras mentirosas
Também na beleza das palavras misteriosas, com nenhum fundo de verdade
Tempo Tangível
Fiz-me o tal, não leve a mal
O voo prosseguiu sem nem mesmo perceber
Que o declive é maior que a queda
A lua mais longe que o chão
Digo na incerteza das palavras mentirosas
Também na beleza das palavras misteriosas, com nenhum fundo de verdade
Só o tempo vai, só o tempo vem
Só ele brinca de dar respostas, a quem? A quem? A quem eu não sei
Nenhuma certeza podemos ter, só nos resta deixar levar
Por certezas incertas, encontrar esperança que não existe
Amor? Dor
Tudo passa, tudo deixa de ser
Mas a lembrança é contínua
Lembro-me como se fosse ontem dos pecados
Marcados pelo peso do que não podia ser
E tudo tem apenas um culpado... Eu.
Mas não deixe de tentar!
Viver na ilusão
Viver no que dizem que é, mas na verdade nunca será
Digo na incerteza das palavras mentirosas
Também na beleza das palavras misteriosas, com nenhum fundo de verdade
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Início do Fim.
Olá galera! Começo este blog no intuito de deixar aqui um pouco de minhas emoçoes, um pouco do que gosto de fazer. Espero que dure por muito tempo, e que este projeto amadureça cada vez mais. Por enquanto é só.
Fim do início.
Fim do início.
Assinar:
Postagens (Atom)
